
Um dia frio que devagar vai se estendendo e indo aos poucos embora.
O sereno frio cai e faz com que nos encharque aos poucos.
Na neblina da manha um casaco para esquentar, um café quente pra acordar.
Arrumando tudo bem devagar para mais um dia enfrentar.
Horas que compridas são, pois em um dia frio tudo que queremos é um abraço.
Pensamentos que atravessam montes, céus e mar.
Para aos poucos chegar a quem tanto procuramos, a quem tanto amamos.
Tanto queremos o bem e a felicidade.
Longe não da pra cuidar, Não da pra esquentar,
Não da pra rir, Não da pra contar os segredos,
Não da pra brincar, Não da pra sentir,
Não da pra olhar nos olhos, não da pra segurar a mão,
Não da pra dividir os sonhos, não da dizer que ama,
Não da pra brigar, não da pra fingir,
Não da pra, mas nada.
Mas da pra ter esperança, mas da imaginar,
Da pra rir com as lembranças, da pra viver as lembranças ao fechar os olhos,
Da pra suspirar de amor, da pra mandas as boas vibrações,
Da pra quere o bem, da pra querer o amor,
Da pra sentir a falta, da pra imaginar como foi o seu dia,
Da pra dizer baixinho que ama, da pra rir das manias.
Da pra escrever este poema, da pra mostrar os sentimentos,
Da pra viver os sentimentos ou imagina-los,
Da pra dizer nunca será em vão lutar pelo que se credita.
O sereno frio cai e faz com que nos encharque aos poucos.
Na neblina da manha um casaco para esquentar, um café quente pra acordar.
Arrumando tudo bem devagar para mais um dia enfrentar.
Horas que compridas são, pois em um dia frio tudo que queremos é um abraço.
Pensamentos que atravessam montes, céus e mar.
Para aos poucos chegar a quem tanto procuramos, a quem tanto amamos.
Tanto queremos o bem e a felicidade.
Longe não da pra cuidar, Não da pra esquentar,
Não da pra rir, Não da pra contar os segredos,
Não da pra brincar, Não da pra sentir,
Não da pra olhar nos olhos, não da pra segurar a mão,
Não da pra dividir os sonhos, não da dizer que ama,
Não da pra brigar, não da pra fingir,
Não da pra, mas nada.
Mas da pra ter esperança, mas da imaginar,
Da pra rir com as lembranças, da pra viver as lembranças ao fechar os olhos,
Da pra suspirar de amor, da pra mandas as boas vibrações,
Da pra quere o bem, da pra querer o amor,
Da pra sentir a falta, da pra imaginar como foi o seu dia,
Da pra dizer baixinho que ama, da pra rir das manias.
Da pra escrever este poema, da pra mostrar os sentimentos,
Da pra viver os sentimentos ou imagina-los,
Da pra dizer nunca será em vão lutar pelo que se credita.
Diego Sant'Anna
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